Select Page

Benignidade – O Fruto do Espírito

Benignidade – O Fruto do Espírito

Esta é uma aula que dei na congregação de Campinas, na reunião de mulheres e gostaria de compartilhar com vocês alguns pensamentos.

Você já ouviu falar de benignidade?
A benignidade significa gentileza, doçura de temperamento. A pessoa que manifesta a benignidade possui uma disposição graciosa, a qual abrange ternura, compaixão e brandura. A benignidade nos predispõe a fazer o que é bom. Ela está estreitamente associada à bondade, isto é, à prática de ações benignas. O benigno é benévolo, suave, brando, agradável, não perigoso, nem maligno. A benignidade e a bondade são aspectos tão íntimos do fruto do Espírito que é difícil distingui-los. Quem é bom, também é benigno e vice-versa. Porém, é importante definir a diferença entre eles, mesmo sendo uma linha tão tênue.
Ambas originam-se do amor. A benignidade é amor compassivo, excelência de caráter, pensar bem do próximo, gentileza, está relacionado com o julgamento e, a bondade, amor atuante, em ação com o próximo, misericórdia.
Estas virtudes, produzidas em nós pelo Espírito Santo, aludem ao nosso relacionamento com o próximo.

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. (Colossenses 3:12-13)

A benignidade é o reconhecimento de que a personalidade humana é valiosa, devendo ser manejada com cuidado.  Esta virtude é algo primordial para encontrarmos favor diante de Deus e dos homens

Que a benignidade e a lealdade jamais te abandonem: ata-as ao redor do pescoço, assim, encontrarás favor diante de Deus e dos homens, bem como boa reputação. (Provérbios 3:3-4)

A benignidade é algo que devemos então, levar sempre conosco, “amarrar em nosso pescoço”, geralmente amarramos em nosso pescoço itens que não gostaríamos de esquecer, como por exemplo óculos, crachá, cartões de ônibus, assim é com a benignidade também e a lealdade, para que tenhamos favor diante de Deus e boa reputação diante dos homens.
Benignidade é o interesse que alguém tem em sentir o que seu próximo sente. Se o outro chora, o benigno chora; se o outro ri, o benigno ri; se o outro está angustiado, o benigno se angustia. Assim, em lugar de “não estar nem aí” pelo outro, o benigno se interessa não só pelas necessidades do outro, mas pelos seus sentimentos, este é um grande desafio, visto que a sociedade de hoje está cada vez mais individualista, pensando nos seus próprios interesses.
O modelo de nossa benignidade é o comportamento de Deus, que é perfeitamente benigno. 
Ele é benigno porque Sua misericórdia para conosco não depende de nossa fidelidade ou de nossa gratidão, além disso, deu o Seu filho para morrer por nós naquela cruz (João 3:16)  Deus é benigno por Sua obra de redenção. Somos salvos pela benignidade do Pai, ao nos dar Seu Filho, sem esperar nada em troca, para que nós tivéssemos vida.
Expandindo um pensamento que li essa semana, de um autor desconhecido acerca da bondade e da benignidade, quem sabe poderíamos exemplificar assim:

“Se eu tiver fome e você me der pão para comer isto é bondade. Mas, se você passar nutella nele, sorrir para mim, me der algum tempo de atenção, acariciar o meu rosto e orar comigo, isto é benignidade em sua mais pura manifestação, vinda do próprio Deus.”.

Achei isso muito lindo. A bondade faz o que é certo muitas vezes, mas a benignidade transforma coisas simples em coisas especiais. Assim, ela vai além de interesses próprios, pois não enxerga com os olhos humanos, enxerga com os olhos de Deus.
Que o Senhor nos ajude a desenvolvermos a benignidade, esse fruto do espírito maravilhoso.

“O resultado final da benignidade é que ela atrai pessoas a Jesus”

About The Author

Recent Reviews

Comentários

Veja Isso Também

A Arte da Pregação, Crescimento da Igreja, Evangelismo, Grupos Pequenos, Ministérios, Música Vocal

Latest